Era um eco só que apenas seus desprazeres produziam.
Não era velho nem novo, nem meu ele era. Um amigo qualquer do qual não sei a procedência de atos ou dele mesmo, não conhecia a fundo criações mas respeitava.
Homem, talvez malfeito e cada vez mais desfeito e voltando a ser menino.
Veja só!
Um garoto andarilho de estradinhas de chão, as vezes chão batido, as vezes esburacado e as vezes intacto - quando caminhava em sonhos contentes de soluções fáceis e bonitas-
Firme de quereres, não de rumos, tão inexatos como qualquer estação.
Onde está aquele 'ele' de ontem?
Infames eram os nortes dele e as confusões do pobre.
Mas mágica!
Ele sente, respira, e se desfaz como 'menos' aumentando-se de 'mais'.
Ele era bom agora, ele falava como quem convida alguem para seguir viagem, era como um vento soprando macio as arvores enquanto dormia o mundinho criado.
Ele era um confidente , não preso nem infeliz, apenas a cos tu man do se
com ele mesmo, enojando algumas coisas e desfazendo-se de outras.
Ele era alguem que sorria nervoso de como era inútil, frágil, ignorante e poeta
de números
mas valho em fidelidade
Homem enchido e não mais oco
Ele era aquele que falava das muralhas mas que conseguia sair delas sempre, mesmo que depois de um ou dois dias de porre de uma vidinha chula e assinalada num papel de escolhas inúteis.
-acho que já era meu a esse ponto-
mas não me lembro bem o que aconteceu depois.
Ficamos velhos , acho
mas não me lembro se mudamos.

